Triste dizer adeus quando se ama,
quando perdemos alguém,
quando vemos partir,
tanta vez sem permissão para um beijo,
uma despedida!
Sonhos quebrados, arrancados pela raíz
Momentos em branco, vazios, como os dias
de quem fica esperando
aguardando um sinal.
Fechando os olhos num prece silenciosa
aguardamos o apito longinquo
desse comboio imaginário
que traz de volta novos sinais, nova vida.
Aguardamos a hora de desdobrar essa palavra mágica
e num silêncio particular, privado
também nós,
nos despedimos.

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